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Publicado em 21 de novembro de 2018 | Por Redação Meu Bairro

SMSUrb começa dragagem de segundo trecho do Arroio Dilúvio

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb) deu início ao segundo trecho de dragagem do Arroio Dilúvio. De acordo com a pasta, os cerca de 700 metros, localizados entre o Parque Esportivo e a passarela da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) estão sendo preparados para receberem as máquinas utilizadas durante as intervenções. Até a próxima semana serão deslocados materiais retirados da dragagem do primeiro trecho, entre a rua São Vicente e a rua Silva Só, viabilizando uma rampa de acesso ao Dilúvio. O trabalho dos técnicos da Divisão de Manutenção de Águas Pluviais (Dmap) deve se estender por cerca de três meses.

O atual contrato de dragagem, licitado por meio do pregão eletrônico 081/2017, foi iniciado em outubro de 2017 e renovado por mais 12 meses, com valor investido de R$ 3.570.549,20 (aumento de 2,75% em relação aos primeiros 12 meses, aplicado o IPCA do período).

“Implementado nesta gestão, o contrato de dragagem inova em aspectos de controle e fiscalização dos serviços e garante um destino ambientalmente correto para os resíduos retirados dos arroios. A dragagem do Arroio Dilúvio segue focada nos trechos com maior assoreamento para aumentar a capacidade de vazão, especialmente nos períodos de chuvas”, afirma o titular dos Serviços Urbanos, Ramiro Rosário.

Os trabalhos começaram pela bacia de detenção do Parque Marinha do Brasil, pois o município tinha um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público que previa a dragagem da bacia uma vez ao ano. Na Bacia do Marinha foram retiradas mais de 7,3 mil toneladas de resíduos. Já a dragagem do canal de entrada da Casa de Bombas 6, localizada na avenida dos Estados, 2905, no bairro Anchieta, foram recolhidas 800 toneladas. A última ação, antes do início dos trabalhos do Arroio Dilúvio, foi executada no Arroio Cavalhada, entre a avenida Icaraí e a avenida Diário de Notícias. Foram retiradas cerca de 9,2 mil toneladas de material do arroio. O primeiro trecho do Dilúvio totalizou cerca de 6500 toneladas.

O material retirado do Arroio Dilúvio é formado basicamente por areia. Este resíduo foi classificado, a partir de análises em laboratório credenciado, como Classe II-A (NBR 10.004 de 2014), o que significa que o mesmo não apresenta perigo para a área onde está e não pode contaminar áreas de maneira irreversível. O material é enviado para aterros com Licença de Operação para recebimento desse tipo de resíduo.


Sobre o autor

é composta por por cinco profissionais de comunicação. Formados em jornalismo e relações públicas, produzem matérias referentes a zona Sul de Porto Alegre e também de interesse desse público. Contato com a editora, Letícia Mellos. Jornalista formada pela Unijuí - RS



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