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Publicado em 23 de maio de 2019 | Por Redação Meu Bairro

Consórcio do Cais Mauá diz na Assembleia que quer retomar obras

A Assembleia Legislativa realizou hoje uma reunião em busca de soluções para a situação do Cais Mauá, em Porto Alegre. A revitalização do Cais Mauá está parada em função de uma questão judicial entre o Estado e o Consórcio Cais Mauá Brasil. A reunião foi realizada na Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa.

Durante a reunião, representantes do consórcio Cais Mauá do Brasil, que venceu licitação em 2010 para realizar as obras no local, reforçaram a intenção de prosseguir com o projeto e de conversar com o governo sobre uma proposta de repactuação dos termos estabelecidos. Para advogado do consórcio, Leonardo Lamachia, a judicialização do processo seria a pior saída.

Luiz Felipe Terra Favieri, sócio da LAD Capital, gestora do fundo de investimento que é acionista majoritário do consórcio Cais Mauá do Brasil, explicou as etapas desenvolvidas pela empresa gestora desde que entrou no processo, em 28 de junho de 2018, visando enfrentar dois principais obstáculos: a falta de credibilidade que se instaurou após tantos anos sem avanços e a falta de recursos. Ele atribuiu parte dos problemas enfrentados à burocracia e ao atraso em licenças necessárias para a operação do consórcio no local.

Também esteve presente à reunião Jaqueline Custódio, da Associação Amigos do Cais do Porto. Ela defendeu, no entanto, a rescisão do contrato. Disse que, assim que se começou a falar nessa possibilidade, apoiou imediatamente a ideia por entender que a empresa não atendia aos critérios de capacidade financeira e manutenção do patrimônio público. Segundo ela, não era à toa que o processo havia se tornado objeto de duas ações populares e alvo do Ministério Público de Contas e da Polícia Federal.


Sobre o autor

é composta por por cinco profissionais de comunicação. Formados em jornalismo e relações públicas, produzem matérias referentes a zona Sul de Porto Alegre e também de interesse desse público. Contato com a editora, Letícia Mellos. Jornalista formada pela Unijuí - RS



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