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Leishmaniose

Publicado em 23 de maio de 2017 | Por Redação Meu Bairro

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Prefeitura e protetoras divergem sobre tratamento da Leishmaniose

Ativistas dos direitos dos animais e a Prefeitura estão tentando, sem sucesso, um consenso sobre o que deve ser feito com os animais que contraíram leishmaniose na Capital. A disputa ficou acirrada quando, há uma semana, o terceiro caso de morte pela doença foi confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde. A Prefeitura quer colocar em prática o protocolo do Ministério da Saúde para o diagnóstico positivo para Leishmaniose Canina – positividade no Teste Rápido seguida de positividade no Teste Elisa. De acordo com as protetoras, no caso de confirmação, a Prefeitura quer eutanasiar os animais que não tem dono, quando as protetoras dizem que a doença tem tratamento.

Para a ex-vereadora e protetora dos animais, Lourdes Sprengrer, a medida da Prefeitura é extrema. Ela relata que a “confusão” começou há 10 dias quando a Prefeitura tentou eutanasiar 12 cães. “As ativistas descobriram e foram para a frente da Clínica. Os animais retornaram para a ex-Seda.”, explica. Para Lourdes, a Prefeitura deveria fazer uma ampla campanha para informar a população de que animais não transmitem a doença para outros animais e humanos. E também humanos infectados não transmitem para outros humanos e animais. “A limpeza deve ser continuada e os animais devem ter à disposição a coleira repelente para evitar que o mosquito atinja mais animais.”.

Entre setembro de 2016 e maio de 2017, foram confirmados os três primeiros óbitos por leishmaniose visceral humana em Porto Alegre, todos na mesma região da cidade. Casos caninos são registrados desde 2010 na Capital e vêm sendo monitorados pelo poder público municipal.

O secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, enfatizou hoje pela manhã em reunião na Prefeitura a importância de defender a posição apontada pelos técnicos. Das instituições presentes, uma comissão ficará responsável pela revisão do protocolo municipal de atendimento de humanos suspeitos que englobe os serviços de saúde da Capital.


Sobre o autor

é composta por por cinco profissionais de comunicação. Formados em jornalismo e relações públicas, produzem matérias referentes a zona Sul de Porto Alegre e também de interesse desse público. Contato com a editora, Letícia Mellos. Jornalista formada pela Unijuí - RS



One Response to Prefeitura e protetoras divergem sobre tratamento da Leishmaniose

  1. Alessandra says:

    Descobri faz 3 meses que meu cachorro é portador da lesmasiose através da SEDA e meu cachorro acabou de morrer com lesmasiose visceral e ninguém tomou nenhuma providência em relação a doença e meu filho de 5anos está a merce do mosquito correndo risco tbm e a prefeitura não faz nada e deixaram o cachorro morrer pq eles não querem gastar com tratamento uma vergonha nosso governo minha família está em risco e ninguém faz nada .estou revoltada

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