fbpx


Dengue

Publicado em dezembro 28th, 2016 | Por Redação Meu Bairro

0

Porto Alegre tem primeiro caso suspeito de Chikungunya

Porto Alegre teve a primeira notificação de um caso suspeito de Chikungunya desde o início do período de valor 2016-2017. A informação foi dada pela Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde e vai desencadear uma operação de aplicação de inseticida em parte do condomínio localizado no número 8.400 da avenida Ipiranga, e no lado ímpar da rua Seriema, entre as ruas Bentevi e Gralha Azul, no bairro Jardim Carvalho.

Trata-se de um paciente que tem histórico de viagem ao Rio de Janeiro. A aplicação terá um radio de 50 metros a partir da residência ou local de hospedagem do paciente. Ao longo do ano, houve 83 notificações à CGVS de casos suspeitos da doença, com confirmação de 30 casos, todos eles importados.

A operação tem como objetivo matar mosquitos adultos que estejam no raio de 50 metros a partir da residência ou local de hospedagem do paciente. O raio de 50m é utilizado sempre que as aplicações de inseticida são feitas por suspeita de Zika ou Chikungunya.

Sobre a aplicação do inseticida (ou bloqueio de transmissão):

– A aplicação será nos pátios e áreas abertas das casas, não no interior das residências. Portas e janelas devem ficar abertas. Apartamentos térreos serão visitados apenas se tiverem pátio.

– Alimentos (frutas e hortaliças) que estiverem no pátio só podem ser utilizados para consumo após uma semana da aplicação.

– Os moradores devem informar aos aplicadores a presença de aves e répteis (ex.: tartarugas, iguanas) como animais de estimação, que não devem ficar expostos ao inseticida.

– A aplicação será de deltametrina (um piretroide), mesmo inseticida utilizado nos produtos de uso doméstico, à base de água, com baixa toxicidade para seres humanos e mamíferos em geral.


Sobre o autor

é composta por por cinco profissionais de comunicação. Formados em jornalismo e relações públicas, produzem matérias referentes a zona Sul de Porto Alegre e também de interesse desse público. Contato com a editora, Letícia Mellos. Jornalista formada pela Unijuí - RS



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Volta para o início ↑