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Comunidade

Publicado em 26 de abril de 2019 | Por Redação Meu Bairro

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Padre se une a terreiros para fazer Festa de São Jorge da Capital

“Queremos construir pontes e não muros”. Assim o Padre Sérgio Belmonte, da Paróquia de São Jorge, localizada no bairro Partenon, explicou a união que está promovendo junto a terreiros da Capital para a realização da Festa de São Jorge. Ao falar, o pároco convidou a todos, sem distinções, para a 66ª festa de São Jorge, que acontece até o dia 29 de abril na capital.

No dia 24 de abril foi realizado um encontro inter-religioso entre a igreja católica e membros de matrizes afro: “casas religiosas, terreiros e casas de santo – que veem outra expressão na festividade”. “Além de esta ser uma das maiores festas de Porto Alegre, a nossa capital, depois do Rio de Janeiro, é a capital com o maior número de terreiros”, comentou. “Nessa atividade de diálogo religioso queremos imitar o Papa Francisco, que vai até aos povos, até às outras religiões para construir a paz no mundo”, falou o religioso.

Como representantes da sociedade, e em alusão à caminhada a ser realizada no dia 28 de abril pelas avenidas Bento Gonçalves e Ipiranga, o padre expôs o pensamento dele de que “seria bonito os vereadores caminharem com o povo nesta grande festa de São Jorge, independente de religião”.

Para finalizar, o padre também reforçou o convite, sobretudo para o último dia de comemorações – dia 29 – quando vai acontecer a lavagem e a purificação das escadarias da igreja de São Jorge. “A festa tem um lema: cuidar da vida de toda a gente”, falou. “E acho que este também é o objetivo da política”, concluiu o pároco ao recordar a campanha da fraternidade deste ano, que é de políticas públicas, ao ratificar o convite e ao enfatizar que o evento de São Jorge ajuda a diminuir a violência e o preconceito.


Sobre o autor

é composta por por cinco profissionais de comunicação. Formados em jornalismo e relações públicas, produzem matérias referentes a zona Sul de Porto Alegre e também de interesse desse público. Contato com a editora, Letícia Mellos. Jornalista formada pela Unijuí - RS



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