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Belém Novo

Publicado em 17 de janeiro de 2019 | Por Juliana de Brites

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Capela e Escola são assaltadas no Belém Novo e comunidade pede ajuda

Quando os funcionários da Escola Estadual de Ensino Fundamental Pedro Américo chegaram para trabalhar na manhã de terça-feira, 15, se depararam com o prédio arrombado. O colégio foi roubado e foram levados equipamentos eletrônicos, instrumentos musicais, materiais escolares e brinquedos que haviam sido doados para as crianças do 1º ano. Além dos itens subtraídos, a escola também sofreu danos materiais e depredações. Fios foram cortados, portas e vidros foram quebrados, mesas destruídas e bancos danificados.

Após o ocorrido, a escola está sem atendimento externo, pois estão sem acesso ao sistema e sem internet. “A Escola lastima o fato ocorrido e todos os prejuízos. Como todos sabem, buscamos oferecer à nossa comunidade um lugar alegre e agradável para conviver, trabalhar e aprender”, afirma a direção da escola em nota publicada nas redes sociais.

A Capela Nova Senhora do Caravággio, que fica ao lado da escola, também foi vítima da depredação e dos roubos. “Embora tenhamos sistema de alarme, nos levaram de nossa humilde igrejinha mais de 70 metros de fios, dezenas de lâmpadas, lustres e ventiladores. Além do rastro de vandalismo deixado, com diversos vidros e telhas quebradas, de um ambiente sagrado e religioso. Lastimo profundamente o ocorrido na escola e em nossa Capela”, afirmou o padre Tiago Francesco.

A EEEF Pedro Américo tomou as medidas necessárias junto aos órgãos de Segurança Pública. A Brigada Militar já realizou buscas na região. O Instituto Geral de Perícias e a Polícia Civil estiveram na escola e coletaram impressões digitais e amostras deixadas no local.

Agora, a escola precisa do auxílio da comunidade para retomar as atividades o mais breve possível. A principal necessidade no momento é de um eletricista voluntário para restabelecer a luz e o sistema. Também é necessário ajustar a internet, para que os funcionários consigam fazer a matrícula dos alunos. Se você pode ajudar, por favor entre em contato com Pollyana pelo número (51) 99424-6161.


Sobre o autor

é jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Contato: [email protected]



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